Projeto AMAC

8 novembro, 2005 por Doufer

Atualizando rapidinho, hoje. Pois acho que vou ficar um período sem tempo para postar devido ao projeto da faculdade. Este mês vai rolar a apresentação e fiquei sozinho na parada. Os outros dois integrantes do grupo trancaram a faculdade… Sendo que o um dos manés trancou este mês.

O que leva uma alma a trancar a faculdade faltando menos de 1 mês para o fim do período? Não tenho nada contra a opção, tentei ajudar/entender, mas não creio que tenha sido uma boa escolha.

Choices, choices, choices… Sempre tantas decisões, tanta probabilidade de bater com a cara na parede que sinto medo dessa palavra…

As escolhas poderiam ser tão mais agradáveis e simples – Quer cerveja ou suco de cevada? (tanto faz, meu fígado é TotalFlex!)

A vida só faz perguntas difíceis – “Afinal, se arma não dá segurança, por que o próprio Estatuto do Desarmamento permite que parlamentares, juízes, promotores públicos etc. andem armados caso sintam ameaça ? sua integridade física?” (Em homenagem ao referendo e ñ tão difícil assim…)

Bom espero ter feito as escolhas certas para a apresentanção do projeto, estou um pouco ansioso e ainda não finalizei por completo o trabalho e a cada momento que pesquiso me empolgo mais e tenho mais idéias. Pra quem não tem idéia do que se trata vou explicar um pouco mais nos próximos posts. Talvez até possa colocar alguma documentação disponível aqui.

Sem mais.

A lenda do Zorro

4 novembro, 2005 por Doufer

Opa! Apagaram as luzes, e o filme vai começar.
Bem, na abertura do filme um “Z” enorme, em chamas, nasce de três golpes, dignos de Mortal Combat, mostrando o motivo pelo qual zorro economiza essa prática durante o filme. Apenas 2 bandidos são marcados com o “z”, que eu me lembre. O filme começa com um monte de cidadão votando pro referendo e tal. Um bandido, com uma cicatriz na cara, começa a atirar nos chapéus de vários guardas com um rifle equipado com uma mira a laser. Sim, é filme né pessoal! Na vida real é claro que ele não usaria uma mira daquela.. É só para garantir a segurança dos dublês e tal. Depois de uma correria eu uma breve discussão ele pega a urna eletrônica e queima no trecho! Nisso o Zorro aparece no alto de uma construção e começa a dar saltos mortais, cambalhotas e a voar! A galera vai a loucura e eu olho para os lados pensando ter entrado na sala de “Batmam Begins”, ao ver que Júnior estava se matando de rir e Leonardo estava roubando meu chokito percebi que não tinha errado de filme e sim que Zorro andou se atualizando.
Após alguns segundos de acrobacias e golpes de kung fu em cima de uma ponte de madeira, nosso cavaleiro negro recupera a urna eletrônica com o disquete intacto e devolve ? s autoridades locais.
Chegando em casa, como qualquer mortal, casado, ele sofre com as mirabolantes malícias do matrimônio, nem mesmo o tão aclamado Highlander, que é imortal, escaparia das garras de uma mulher como a Zeta Jones. Ele é obrigado a escolher entre a máscara do Zorro e o matrimônio, naturalmente (leia-se estupidamente) ele escolhe a primeira opção e, pé no traseiro! Humilhado e posto para fora de casa, somente com a roupa de trabalho e o fiel, alazão, Tornado.
Momentos mais tarde ele está numa banheira com 3 homens nus e jogando pôquer numa espécie de mesa flutuante, fumando um charuto e bebendo. Nesse momento fiquei um pouco confuso com a trama e imaginei um Zorro usando uma máscara com as cores do arco-íris e com uma capa rosa. Será que ele é?
Logo, como num surto, ele joga as cartas na mesa e sai com a busanfa ? amostra dizendo ir em busca de sua amada. Antes mesmo de se enrolar na toalha ele recebe a carta de divórcio do advogado de Elena, sua “ex-amada”. Agora sim ele está atordoado. Ele começa a se embebedar como qualquer um faria depois de uma facada nas costas.
Diego de La Vega agora pula de festa em festa até que o destino, gentilmente, o encaminha para conhecer o futuro pretendente de sua “ex-wife”. Legal, não? É, ele também não gosta e acaba fazendo tanta m*rda que acaba levando 5 dedos estirados na face. Dai vem aquele climão em que todos dizem – “Ohhh!” (em coro). A cena acaba e, mais tarde, De la Vega e Tornado, ficam Bêbados (sim, o cavalo é alcoólatra) em um local apenas identificado como uma plantação.
Agora, nosso herói, desolado, e com a pulga atrás da orelha começa uma série de investigações. Ou seja, não larga do pé da Elena (Catherine Z. Jones) um só segundo. Bom aí já está quase no final do filme e eu odeio quem conta o final.

Concluindo o filme não tem nada de “lenda” e muito menos um final decente. Nem adrenalina na veia ele proporciona aos bestas que pagaram por isso. Além disso, sim, Diego de La Vega fez escova progressiva… Lamentavel!

Sem mais.

O Google Earth é uma ameaça?

1 novembro, 2005 por Doufer

Como, recentemente, comecei a usar o Google Earth em casa resolvi publicar algumas coisas aqui no Blog:

Nada andou fazendo tanto barulho entre as tecnologias sem fio quanto as siglas do GPS e a nova safra de serviços geográficos. É irresistível passar horas na frente do micro viajando pelas imagens aéreas e satélite do Google Earth, certo? Mas já tem gente vendo perigo nisso.

O governo da Coréia do Norte encabeça o movimento e protesta contra a turma do Google. Diz que as imagens podem ser usadas pelos seus inimigos militares.

De fato dá para ver no Google Earth algumas plantas militares da Coréia, caso de Yongbyon, famosa pelas pesquisas nucleares. Mas nada que revele grandes detalhes, ou que os “inimigos” equipadíssimos já não possam saber há tempos. São fotos tiradas ao longo dos três últimos anos e que variam muito de resolução de lugar para lugar.

As pesquisas militares, como se sabe, sempre estiveram na ponta da tecnologia. Foi assim que surgiu o próprio GPS em 1978. Você acha mesmo que o Google Earth é uma ameaça?

Fonte: www.info.abril.com